Falhas e Rarefação
Existem áreas do couro cabeludo que, de repente, parecem mais vazias — e isso muda a forma como você se enxerga em fotos, no espelho, em reuniões. Falhas e rarefação capilar podem surgir por diferentes motivos: desde processos inflamatórios localizados até estágios mais avançados de alopecias diversas, passando por tração excessiva causada por penteados e químicas ao longo dos anos. O ponto em comum entre todos os casos é a necessidade de um diagnóstico preciso antes de qualquer intervenção.
Investigamos a origem exata de cada falha através de exame clínico e tricoscópico, diferenciando quadros reversíveis de quadros que exigem abordagens mais avançadas, como microagulhamento estimulante, PDRN, exossomos ou, em casos indicados, procedimentos complementares de repovoamento. O objetivo é sempre o mesmo: devolver densidade às áreas afetadas com o mínimo de intervenção necessária para um resultado real.
Perguntas Frequentes
Falhas no couro cabeludo sempre indicam alopecia?
Não necessariamente. Podem ser causadas por tração de penteados apertados, químicas agressivas, processos inflamatórios pontuais ou até mesmo cicatrizes antigas — cada causa exige uma abordagem diferente.
Áreas com falha antiga ainda respondem a tratamento?
Depende do tempo e da causa. Falhas recentes, sem cicatriz, costumam responder bem a estímulos capilares. Falhas antigas com cicatriz podem precisar de abordagens mais específicas para reganho de densidade.
Rarefação capilar em mulheres é comum?
Sim, é mais frequente do que se imagina, especialmente a partir dos 40 anos, associada a fatores hormonais, genéticos e ao próprio processo natural de envelhecimento capilar.