Alopecia Androgenética
É a queda mais comum em mulheres — e também a mais ignorada. Muitas convivem por anos com um afinamento progressivo, especialmente na região central do couro cabeludo, ouvindo que é “genética, não tem o que fazer” ou atribuindo tudo à idade. A alopecia androgenética feminina tem, sim, uma base genética e hormonal real — mas isso não significa ausência de solução, significa apenas que o tratamento precisa ser tão específico quanto a causa.
Aqui, cada caso passa por avaliação detalhada, incluindo, quando necessário, exames hormonais, para entender o estágio exato da condição. O plano terapêutico pode reunir medicações que bloqueiam a ação hormonal nos folículos, estímulos como MMP e laser de baixa intensidade, e reposição hormonal quando o quadro clínico justificar — sempre com o objetivo de frear a progressão e, na medida do possível, recuperar densidade nas áreas mais afetadas.
Perguntas Frequentes
Alopecia androgenética em mulheres é a mesma coisa que calvície masculina?
Não. Embora a origem genética e hormonal seja parecida, o padrão de perda é diferente: nas mulheres, geralmente é um afinamento difuso na parte central do couro cabeludo, sem formar as entradas ou coroas características do padrão masculino.
Existe tratamento definitivo?
Não existe cura no sentido de reverter a predisposição genética, mas existem tratamentos altamente eficazes para controlar a progressão e recuperar parte da densidade perdida — e quanto antes iniciados, melhores os resultados.
Preciso fazer exames hormonais antes de começar?
Na maioria dos casos, sim. Avaliar o perfil hormonal ajuda a personalizar o tratamento e a identificar se há um componente adicional, como resistência à insulina ou síndrome dos ovários policísticos, contribuindo para a queda.